Carlos Martins: Number10 for Portugal - Xtratime Community
 
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post #1 of 3 (permalink) Old August 24th, 2006, 02:22 Thread Starter
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Carlos Martins: Number10 for Portugal

Um 10 para Portugal

No ano em que deixa de vestir a camisola 5 do Sporting – trocou de número –, Carlos Martins promete uma época em grande e começa por alcançar uma das suas metas pessoais: a chamada à Selecção Nacional

by Jean-Paul Lares
in O Jogo
23.08.2006


Depois de toda uma carreira ao serviço do Sporting – apenas deixou Alvalade para representar, por empréstimo, Campomaiorense e Académica –, Carlos Martins prometeu aos associados e adeptos do clube que esta seria uma época à sua imagem, a mesma que patenteou com regularidade ao serviço dos escalões de formação da Selecção Nacional. Agora, com estatuto reforçado por uma pré-temporada de bom nível, o médio atingiu uma das metas que havia desenhado para o seu futuro: faz parte da primeira convocatória de Luiz Felipe Scolari após o Mundial da Alemanha.

O percurso deste jogador que, no arranque de 2006/07, deixou a camisola 5 para vestir a 10 que já “enfeitou” as costas de tantas estrelas do futebol, não foi, porém, isento de complicações. Lançado por Augusto Inácio no Verão de 2000, foi obrigado a esperar que as oportunidades surgissem com maior consistência, algo que só viria a suceder, a espaços, com José Peseiro, em 2004/05. As características invulgares e um carácter que alguns apelidam de temperamental foram as razões apontadas para a afirmação tardia no futebol profissional.

O génio invulgar

Flagelado pelas lesões que o impediram de dar continuidade às excelentes prestações conseguidas na “era” Peseiro, o herdeiro do 10 de Sá Pinto revelou ainda algumas dificuldades de entendimento com Paulo Bento na época transacta, mas, depois de ter sido aventada a saída de Alvalade, o técnico leonino demonstrou, ao longo do último mês, que conta com o médio para o ataque a 2006/07.

Certo é que, no Sporting ou na Selecção, poucos ou nenhuns possuirão características semelhantes às de Carlos Martins – Deco será, provavelmente, o único termo de comparação. Capaz de conceder uma impressionante intensidade ao seu jogo, o centrocampista alterna com fluidez o transporte da bola com uma superior leitura de jogo e precisa capacidade de passe, mas é noutro capítulo que se destaca dos demais: ao contrário do que é habitual no futebol luso, não tem pejo em preferir o tiro à progressão, visando, sem complexos e de qualquer distância, a baliza adversária. Caso seja capaz de manter o nível de rendimento, o Sporting e Portugal ficam a ganhar…


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post #2 of 3 (permalink) Old August 24th, 2006, 23:11 Thread Starter
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Carlos Martins em família
in O Jogo
24.08.2006


Numa altura em que ainda assimila a sua primeira chamada à Selecção Nacional, Carlos Martins aproveitou o período prévio ao início do treino de ontem, na Academia, para uma conversa com alguém que pode perceber a importância deste momento.

O camisola 10 da equipa principal do Sporting trocou algumas impressões com o seu irmão João, também ele um atleta leonino que se destaca ao serviço dos escalões de formação. Neste caso, ainda por cima, consta que a família foi bem abençoada. É que, tal como o irmão mais velho, também João Martins actua habitualmente no sector intermédio e são muitos os que lhe elogiam talento comparável ao mais recente membro do grupo liderado por Luiz Felipe Scolari.

Assim, não será absurdo pensar que, dentro de poucos anos, Carlos e João possam conviver dentro de campo, com a camisola verde e branca vestida.

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post #3 of 3 (permalink) Old September 3rd, 2006, 10:39 Thread Starter
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Here is a big interview (in Portuguese) of Carlos Martins published today in O Jogo...


CARLOS MARTINS:
Titular no Sporting e chamada à Selecção
“Este é o momento que sempre desejei”


by Jean Paul Lares
in O Jogo
03.09.2006



Numa altura em que parece ter conquistado no seio do leão o espaço que tantos lhe vaticinaram, Carlos Martins conversa com O JOGO, naquela que é a sua primeira grande entrevista como jogador do Sporting. Garantindo estar mais maduro e concentrado, o médio fala, sem complexos, dos problemas que atrasaram a sua afirmação e demonstra que sabe bem o que pretende. Ficam reafirmados o seu amor ao clube, a ambição na Selecção e a “fome” de títulos, mas também a emotividade e intensidade que são imagem de marca dentro de campo.

Tem sido escolha habitual de Paulo Bento para o onze titular do Sporting e foi chamado à Selecção Nacional pela primeira vez. Este é o momento mais alto da sua carreira?
É capaz de ser o momento que sempre desejei. Sabia que, se estivesse bem no clube, seria mais fácil chegar à Selecção, o que é muito importante para mim. Espero que continue assim.

Esta era uma das suas metas, depois das 75 internacionalizações nos escalões de formação. Estava à espera desta convocatória?
Para ser sincero, não. Tinha esse objectivo, mas não vivia obcecado com ele. Se estiver bem aqui, é mais fácil e, já que fui chamado, quero corresponder às expectativas.

Como recebeu a notícia?
Tinha acabado o treino, e foi Carlos Freitas que veio ter comigo, dizendo-me que estava convocado para a Selecção. Fiquei, claro, muito feliz.

Quero ganhar o meu espaço na Selecção”

O seleccionador, Luiz Felipe Scolari, tem uma filosofia muito própria, promovendo a existência de um grupo como modelo de gestão. O objectivo é conseguir fazer parte desse grupo para os próximos desafios?
Sim, claro. Quero ganhar o meu espaço na Selecção, sei que isso só pode acontecer progressivamente e, por isso, vou trabalhar e fazer tudo por tudo para que gostem do meu desempenho. Quero ajudar a Selecção, como sempre fiz nos outros escalões.

Na Selecção, terá a companhia de João Moutinho e Nani, dois jovens talentos da formação do Sporting. Esta escola, que tão bem conhece, é tão boa como se diz?
Sim, mas nada melhor do que prová-lo em campo. O Sporting sempre foi conhecido por ter uma formação forte, ainda por cima com estas condições [na Academia Sporting/Puma, n.d.r.], que não tive o prazer de utilizar nessa fase. Qualquer miúdo que esteja na formação já tem mentalidade vencedora e condições para chegar aqui e impor o seu futebol. Já estão preparados para a alta pressão.

Sem esquecer a derrota
"Estreia para recordar"


Carlos Martins estreou-se, entretanto, com a camisola da Selecção Nacional, numa partida em que a equipa das Quinas caiu derrotada, ante a Dinamarca, por 4-2. O médio confessou-se feliz pela estreia mas lamentou o resultado.
"Vou recordar sempre este jogo por ser o primeiro. Ficará sempre na minha memória mas, ao mesmo tempo, como uma derrota da selecção",

afirmou, após a partida. Agora, o médio só pensa no próximo encontro, este já a contar para o apuramento:
"O objectivo era vencer, mas agora temos de o fazer na quarta-feira, pois aí é que se discutem os pontos e a qualificação. Mas, claro, gostaríamos de ter ganho este particular."


À espera da afirmação
“Sei o valor que tenho”


Estreou-se no Sporting em 2000/01, pela mão do técnico Augusto Inácio. Quando essa oportunidade surgiu, pensou que as coisas evoluíssem de forma mais rápida?
Quando me estreei, tive o prazer de subir aos seniores, que era o objectivo de qualquer jogador da formação. As coisas não se proporcionaram como eu estava à espera, pois gostava de ter jogado mais, mas continuei a lutar para ganhar o meu espaço na equipa principal. Aqui estou hoje, feliz por aquilo que fiz, e só quero poder ajudar mais o Sporting a atingir os seus objectivos.

Passou, entretanto, pelo Campomaiorense e pela Académica, regressando a Alvalade, onde, durante algum tempo, não foi uma das primeiras opções. Como viu estes seis anos? Chegou a ter dúvidas de que fosse possível chegar aqui?
Nunca duvidei do meu valor – sei o valor que tenho. Passei alguns momentos difíceis, durante os quais não fui aposta, ou não jogava tanto como pretendia. Assim, pedi para ser emprestado ao Campomaiorense e, posteriormente, à Académica. Aproveito para deixar uma palavra de apreço às pessoas de Campo Maior e da Académica, que me ajudaram muito. Aprendi muito e cresci com essas experiências, mas sempre com o objectivo de, um dia, voltar ao Sporting e fixar-me aqui, neste clube que amo.

“Estou diferente e já sei defender”

Depois desse retorno, teve fases muito boas, quer em 2004/05, quer em 2005/06. Ainda assim, sente que ainda lhe falta alguma coisa?
Sim… Tenho noção daquilo que fiz: os últimos dois anos foram aqueles em que joguei mais, mas sei que fazia coisas muito boas e, depois, em certos jogos, quebrava um bocado. Agora, de uma vez por todas, quero ganhar concentração no jogo. Estou diferente e vejo o futebol de maneira diferente. O meu objectivo é fazer uma época à minha imagem, o mais regular possível, para que gostem do meu trabalho.

Durante a sua carreira, foi utilizado, sobretudo, como médio ofensivo, ao centro, mas, nas duas últimas épocas, tem actuado como interior-direito ou como interior-esquerdo. Isso tem influência no seu rendimento?
Não tenho preferência. Quero é jogar, seja onde for. Quero sentir-me bem e útil à equipa. Para mim, jogar mais na linha, mais à frente ou mais atrás, não é muito importante. Mau seria não jogar. Quero é ajudar os meus companheiros a ganhar.

Sente que lhe exigem mais, agora, como interior?
Quem joga ali no meio tem de defender e atacar. Acho que isso era, em parte, o que me faltava como jogador. Não defendia tanto, nem vinha tanto atrás como agora. Foi isso que ganhei, e tenho consciência de que desenvolvi essa capacidade. Tenho mais aptidão para atacar, mas, com o passar dos anos, tive de mudar a minha maneira de jogar.

Essa disponibilidade mental para ajudar a defender e o rigor táctico na transição defensiva são aspectos muito importantes para Paulo Bento…

Exactamente. É muito importante, o posicionamento. Temos de defender e atacar – é a nossa tarefa, temos de a cumprir.

Reacções a quente
“Sei que não posso fazer certas coisas”


Tem uma forma de jogar muito emotiva e impulsiva, como se pode verificar nas suas reacções às ocorrências do jogo, positivas ou negativas. Isso pode fazer com que seja mal interpretado?
Quando se está lá no meio, em alta rotação, nem sempre é possível conter o que se sente. Tenho atitudes que devo melhorar, não só para a minha imagem, mas também para o meu futebol. Sei que, às vezes, as pessoas interpretam mal o que faço, mas nunca é propositado. Por vezes, vejo-me na televisão e sei que não posso fazer aquelas coisas. Estou a fazer um esforço para que não aconteça e acho que estou melhor.

Simultaneamente, isso pode ajudar a dar intensidade ao seu futebol…
Não sou muito bom a falar de mim… O que posso dizer é que, quando entro em campo com a camisola do Sporting, só penso em ganhar. Para ganhar, por vezes, passamos por situações que não são boas. Amo este clube, estou cá desde os 11 anos e aprendi a viver assim. Não me arrependo de sentir o clube como sinto, nem de fazer as coisas que faço, mas nada é propositado, nem, muito menos, para ofender alguém.

Apesar dos rumores
“Sem problemas com Paulo Bento”


Na época transacta, foi afastado de algumas convocatórias, e, nunca referindo qualquer comportamento incorrecto, Paulo Bento chegou a indicar que certos jogadores teriam de pensar mais no grupo do que neles próprios. Houve algum problema entre o Carlos Martins e o treinador?
Nunca. É uma pessoa que admirava muito enquanto jogador, que me ajudou muito. Houve rumores sobre processos disciplinares, que me tinha portado mal, que tinha dado um pontapé em não sei quê no balneário… Se tivesse acontecido alguma dessas coisas, o Sporting punha-me um processo disciplinar, o que não sucedeu. Foram apenas opções. Não vou esconder que, quando não era convocado, ficava triste, porque sou assim: quero jogar sempre, como qualquer um dos meus companheiros. Foram coisas normais num grupo, está tudo bem, e não tenho qualquer ressentimento – nem ele comigo, penso eu. O que passou, passou, mas não foi tão importante como quiseram fazer crer.

Tudo sobre as lesões
“Sofri muito por dizerem que o meu problema era psicológico”


Uma das razões que provocaram alguma intermitência no seu rendimento ao longo destes dois anos está relacionada com lesões recorrentes. Como viveu essas dificuldades?
Começou num jogo com o Moreirense, quando estava a atravessar um momento muito bom. Foi muito difícil. Choquei contra um painel publicitário e tive a primeira lesão. A partir daí, tive mais seis lesões, não no mesmo sítio, mas na mesma perna. Falhei aquele que seria, talvez, o jogo mais importante da minha vida, a final da Taça UEFA, por lesão. Acima de tudo, recuperei, sinto-me muito bem e, agora, posso fazer o meu jogo. Falou-se de muitas coisas no que diz respeito à minha lesão, sofri muito por algumas pessoas dizerem que o meu problema era psicológico, mas aprendi, nessa fase, que o importante é trabalhar e estar ao pé das pessoas que gostam de mim. Não me quero lembrar disso, porque faz parte do passado, mas houve quem falasse só para destruir.

Houve, nessas alturas, quem levantasse a possibilidade de não ser um problema de origem clínica, e chegaram a circular rumores sobre o seu comportamento fora dos relvados. Que comentário lhe merece tudo isso? É verdade?
Nem vou dar importância a isso. Na altura, saíram muitas coisas sobre isso, muitos comentários de certas pessoas… Da minha vida sei eu – e as pessoas que vivem comigo. Fiquei muito triste, porque não me respeitaram, mas passou. Sinto-me bem, feliz, a jogar – e é isso que importa. Foi um problema clínico e está ultrapassado.

“O que eu tinha não era normal”

Houve algum momento em que perdesse a força, com a persistência das lesões?
Num ano, tive seis lesões na mesma perna. Não era normal o que eu tinha. Foram momentos muito difíceis, estive muito em baixo, pus tudo em causa, mas as pessoas que estão perto de mim deram-me força quando mais dela precisava, e, agora, estou bem, feliz e motivado.

O apoio do grupo é importante nessas ocasiões. Sentiu-o?
Claro. O grupo é fundamental para isso. Tive uma fase complicada – em que me lesionava, recuperava e me lesionava novamente –, durante a qual os meus companheiros foram fundamentais. Devo-lhes uma palavra de agradecimento, pois também foi com a ajuda deles que consegui ultrapassar isto.

90 minutos frente ao Boavista
“Já tinha saudades”


O jogo com o Boavista foi o primeiro completo em 18 meses…
Já tinha saudades disso. É importante para mim. Como qualquer jogador, se me perguntarem se quero jogar 60 ou 90 minutos, prefiro jogar o jogo todo. Isso não depende de mim; de mim, depende trabalhar todos os dias, para mostrar ao treinador que pode contar comigo para 45, 60, 90 ou 120 minutos, mas claro que tenho de acatar todas as suas decisões.

E sentiu-se sempre bem, até ao apito final?
Sim, durante todo o jogo. Um bocado de cansaço no final, como é normal.

Ficou com o 10 de Sá Pinto
“Admiro-o como jogador e como homem”


Porque razão trocou a camisola 5 pela 10?
É um número de que sempre gostei. Também foi o número que Sá Pinto deixou, e eu tinha uma grande proximidade com ele. Não digo que seja uma homenagem, mas foi importante ficar com o número de uma pessoa que admiro, como jogador e como homem.

“Quero ser recordado como alguém que deu tudo pelo Sporting”

Quando deixar o futebol, como gostaria que as pessoas se lembrassem do Carlos Martins?
Gostava que me recordassem como um jogador que deixava tudo em campo em prol desta instituição, que me acolheu aos 11 anos.

Campeonato competitivo
“Ninguém parte com vantagem”


Como vê esta edição do Campeonato, que vai ter menos jogos e menos equipas?
Vai ser um Campeonato bastante competitivo. As equipas estão a apresentar-se bem, apostaram forte, mas o nosso objectivo é o mesmo: ganhar.

Algum dos tradicionais candidatos, Sporting, FC Porto e Benfica, parte com vantagem?
Não, todos partiram com zero pontos.

“Sempre senti o carinho dos adeptos”

Como tem sido a sua relação com os adeptos, em tantos anos de Sporting?
Sinto muito carinho por parte deles e não tenho razão de queixa de ninguém. As pessoas abordam-me com carinho, por estar cá há muitos anos, e quero retribuir com vitórias e boas actuações, para que todos fiquemos satisfeitos no fim.

Zidane e Rui Costa são as referências

À medida que a sua carreira foi evoluindo, tinha algumas referências? Jogadores cujas características admirasse e gostasse de igualar?
Sobretudo Zidane e Rui Costa.

Esta época, deverá ter a possibilidade de defrontar Rui Costa no Campeonato. Será um momento especial?
Já joguei contra ele, mas é sempre um prazer conviver com Rui Costa dentro de campo. Claro que vai querer ganhar, pela sua equipa, e eu pela minha, mas é sempre um prazer defrontá-lo.

Playstation deixa-o “maluco”
“Prefiro estar na minha terra”


Quando não está a jogar futebol, quais são os seus passatempos, sobretudo durante os estágios?
Não jogo Playstation! Porem-me à frente de uma televisão, parado, a jogar aquilo, não dá! Fico maluco! Prefiro os matraquilhos, vejo uns filmes… Também gosto de snooker, mas esta mesa [da Academia, n.d.r.] tem uns buracos muito grandes. Aqui, qualquer um joga bem… [risos]

E nas férias? Onde prefere passar o seu tempo?
Gosto de estar na minha terra [Oliveira do Hospital, n.d.r.], junto da minha família, onde ninguém me chateia. Apanho o sol da serra, junto da minha família. O normal.


Ser campeão pelo Sporting
“Quero sentir no campo o que senti como adepto”


Sintetizando, quais são os objectivos para esta temporada?
Ser campeão pelo Sporting. Quero ganhar títulos com o Sporting, que é o que persigo. Quero sentir, dentro de campo, na primeira pessoa, o que só senti como adepto, ou como jogador da formação. Fui campeão na formação, quero chegar lá na equipa principal.

Este grupo sente muito a falta disso?
Qualquer jogador que esteja num clube grande pensa assim. Trabalhamos todos os dias por esse objectivo e vamos estar unidos, ser irmãos, para que seja possível lá chegar.

Estiveram muito perto nas duas últimas épocas. Isso torna a “fome” ainda maior?
Todos os anos sentimos essa obrigação, mas é isso que nos faz trabalhar, mais e melhor, todos os dias. Esperamos vencer e dar essa felicidade, não só a nós, mas a todos os que gostam do Sporting.

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